Wednesday, October 18, 2006

E, tá na horita…

Vou começar a arrumar tudo pah rumar à aula mais curtida que tenho aki plo país de “nuestros hermanos” psicologia da sexualidade no âmbito escolar.

Vamos a ver se a prof. não falta! É k sperar plo tô e xegar até lá e ser hora livre… pra voltar a esperar plo tô e xegar a casa… Já pra não falar de ter sido “obrigada” a acordar! Portanto… espero haja aulas!

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Tuesday, October 3, 2006

Uma coisa de k gosto em Espanha:

Que sempre que digo a alguém, seja espanhol ou de qualquer parte do mundo, qual é o meu curso

 

 - Sim, eu digo-lhes a verdade: BIOLOGIA E GEOLOGIA (ensino) -

 

ficam de boca aberta! Tipo “é bué dificil”; “as duas coisas?” 

 

Tipo ficam chocados e dizem coisas como eu tou num curso mais fácil (direito, filologia, etc…).

 

Juro, não vos estou a mentir!

 

Claro que isto me  faz sentir bem, pois o meu curso para as pessoas de ai (Portugal), não vale uma merda! :(

Somos tratados abaixo de cão e… pensam ko curso é uma cagada! MAS NÃO É! 

 

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Saturday, September 30, 2006

Porque é que…

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… tudo me faz lembrar ao meu bébé????

 

(P.S.: note bem que o bébé de que falo era o meu peugeotzinho)

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Thursday, September 28, 2006

Que puto de Dia!…
Posted by musiua at 13:47:40 | Permalink | Comments (3)

Wednesday, September 13, 2006

Mudanças..

Há momentos em que as mudanças ocorrem! Sejam passageiras, sejam definitivas! Para quem não gosta de mudanças [tipo eu], é sempre um sacríficio passar por elas, quer tenham sido consequência de escolhas consciêntes. Mas, há também algo de bom que as mudanças nos trazem. Trazem novos desafios. Trazem alegrias. Trazem tristezas. Trazem amizades ao de cima! Trazem carinhos e invejas.

Num momento de mudança… agradeço aos meus amigos e, obviamente, ao meu mais-que-tudo, por estarem aqui do meu lado e por me darem a segurança de que preciso! [aos meus pais hei-de tar sempre agradecida] ;)

O meu último dia [nos próximos tempos] em Aveiro foi bonito! :) Um café com umas amigas, um lanche com outras. Uma despedida sincera das pessoas de quem gosto e, um conforto do: “já sabes… qualquer coisa que precises…”. Um olhar. Um gesto. Tanta palavra sem um único som.

O jantar com o pessoal foi fixe! Decorreu em clima de calma e amizade. Senti-me acarinhada!

Foi um bom dia! Foi mesmo um bom dia! :D 

Posted by musiua at 11:50:25 | Permalink | No Comments »

Saturday, September 9, 2006

Sempre

 

 

Se é certo que o amor é um bem profundo


Se é certo que o amor é um sol ardente,Eu hei de amar-te sempre neste mundo

E sempre, sempre, sempre — eternamente.

                                                                      

                                                                   CRUZ E SOUSA

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Friday, September 8, 2006

“Aquel que se ama sí mismo no tiene rival ninguno.”

 

 

 

Benjamin Franklin

 

 

“Aquele que se ama a si próprio não tem rival possivel.”

Benjamim Franklin 

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Thursday, September 7, 2006

“La única ventaja de jugar con fuego es que aprende uno a no quemarse.”

 
 
“A única vantagem de jogar com o fogo é aprender a não queimar-se.”
 
Oscar Wilde                                                     
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Thursday, August 31, 2006

Pior ou melhor?

 O que vos apresento a seguir… é o texto integral de um Artigo de Adriana Campos. O meu comentário? Já foi feito no respectivo “forum” do artigo… Deixo-o ai… para ler e pensar e…

retirado de: http://www.educare.pt/artigo_novo.asp?fich=ESP_20060830_606

 

“Por muito que queiramos não conseguiremos nunca colocar-nos no lugar dos outros. E ainda bem. Cada um vive a sua própria vida, e, ao olhar em redor, vemos que a nossa nem é mais, nem menos boa que a dos outros. É apenas diferente. Também já tive uma filha que morreu ao nascer, e pensei ser a única vítima de um destino inexorável. Anos mais tarde assisti, impotente, à morte anunciada do homem que poderia ter sido o homem da minha vida, e que estava tão preso a ela que doía só de pensar o que lhe iria na alma ao sentir que a deixaria muito em breve. Ainda hoje, volvidos 4 anos, não consigo escrever sobre o assunto sem chorar copiosamente. Nunca me esquecerei das suas palavras, ao ouvir um belíssimo programa de rádio (que tinha sempre à cabeceira da cama como ligação ao mundo, presumo eu): “Tudo o que é bem feito, é bonito!” O que acho curioso é que estes factos me tornaram uma pessoa melhor, mas também pior num certo sentido, e gostaria muito que alguém me explicasse esta contradição.” 
Gabriela Correia - Faro

Este comentário a um dos meus últimos artigos ficou-me no pensamento. Gostaria, por isso, de tecer algumas considerações, tendo-o como ponto de partida. Não procurarei dar nenhuma resposta, uma vez que, como psicóloga, sei que poderei apenas ajudar os outros a encontrarem a solução para as suas próprias questões, porque, como diz a Gabriela, e bem, “cada um vive a sua própria vida” e, por isso, tem uma forma muito própria de a sentir.

Quando somos confrontados com grandes mudanças, tais como doenças ou acidentes graves, perda dos que amamos, passagem à reforma em consequência do final da actividade profissional, quase sempre entramos em crise. A crise obriga-nos a crescer porque exige que façamos balanços e encontremos um novo sentido para a nossa existência. O processo de crescimento torna-nos mais maduros e, por isso, passamos a ver a vida de uma maneira diferente e a valorizar mais outras coisas, nomeadamente as coisas simples, aquelas que, no passado, achávamos irrelevantes para a nossa felicidade. Tudo ganha um peso diferente e, por essa razão, sentimos que a vida é para ser vivida sempre e não apenas naqueles momentos que nós idealizamos como sendo os bons. Por este lado, parece-me que nos tornamos francamente melhores. Mas, como “não há bela sem senão” e como tudo tem o reverso da medalha, há um lado da nossa vida que, de certa maneira, se complica.

O que se altera e que, de certa forma, vem dificultar tudo é a percepção que passamos a ter de nós próprios como seres humanos. As situações de crise colocam-nos num patamar diferente ao nível existencial. Deixamos de ser árvores com raízes bem presas ao chão e passamos a ser folhas, de tal maneira frágeis que qualquer rajada de vento nos pode levar, sabe-se lá bem para onde. Deixamos de acreditar que somos livres como pássaros e passamos a admitir que a nossa liberdade é condicionada por uma multiplicidade de factores. Ou seja, as nossas catástrofes provocam a queda das ilusões e da segurança que fomos construindo num nível etário (adolescência e juventude) em que o sentido da vida não é ainda questionado, mas apenas vivido de uma forma mais ou menos inconsciente. No fundo, a vida vai-se encarregando de nos provar que somos todos iguais e que acontecimentos negativos acabam por sobrar para todos. Quando interiorizamos que a dor é algo inevitável, então perdemos aquela tranquilidade que advém da ingénua crença de que a adversidade talvez só atinja alguns.

Será que consegui chegar à raiz da contradição? Talvez sim… ou talvez não…”

                                                                            Adriana Campos

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Wednesday, August 30, 2006

Abrindo a Bíblia…

…ao acaso! Lendo uma quadra!

 

Guiou-os com firmeza e não temeram

enquanto sepultava no mar  os seus inimigos.”

                                                                         Sl. 78_ 53

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