… Augusto Cury!
“Nunca Desista dos Seus Sonhos”
(…) “Os sonhos aliviaramm o seu sofrimento, trouxeram esperança na perda, renovaram as suas forças nas derrotas.” p.12
(…) “Se os seus sonhos são pequenos, a sua visão será pequena, as suas metas limitadas, os seus alvos serão diminutos, a sua estrada será estreita, a sua capacidade de suportar as tormentas será frágil.” p. 13
(…) “não é a realidade concreta de um objecto que é importante para a nossa personalidade, mas a realidade interpretada, registada.” p.16
(…) “Não podemos esquecer que os sonhos, a motivação e o desejo de sermos livres nos ajudam a superar esses monstros, a vencê-los e a utilizá-los como servos da nossa inteligência. Não tenha medo da dor, tenha medo de não a enfrentar, de não a criticar, de não a usar.” p.17 e p. 18
(…) “nada é tão lógico como o ser humano e nada é tão contraditório como ele. (…) Somos tão criativos que, quando não temos problemas inventamo-los. ” p. 18
(…) “Gandhi comentou com sensibilidade: «o que pensas, passas a a ser». O que pensamos afecta a memória, gera as misérias psíquicas.” p. 18
(…) “Qualquer pessoa que queira ser demasiado perfeita estará apta para ser um computadorm nas não uma pessoa completa. (…) Todas as pessoas muito racionais amam menos e sonham pouco. Os sensíveis sofrem mais, mas amam mais e sonham mais.” p. 18 e p. 19
(…) “Thomas Edison acreditava que as conquistas humanas se compõem de 1% de inspiração e 99% de transpiração.” p. 19
(…) “Quem quer atingir a excelência nos seus estudos, nas suas relações afetivas e na sua profissão tem de libertar a criatividade para ser um sonhador e libertar a coragem para ser um empreendedor. Estes dois pilares contribuem para formar o carácter de um líder.” p. 19
(…) “Para o filósofo Kant, «a paciência é amarga, mas os seus frutos são doces». A paciência é o diamante da personalidade.” p. 20
(…) “A juventude não está preparada nesta «stressante» sociedade. Os jovens precisam de desenvolver urgentemente resistência intelectual e emocional para suportar perdas, derrotas, humilhações e injustiças.” p. 22
(…) “Os que desprezam os pequenos acontecimentos nunca farão grandes descobertas. Os pequenos momentos mudam grandes rotas.” p. 25
(…) “Todos os dias enfrentavam a mesma rotina e os mesmos obstáculos. Queriam mudar de vida. Mas faltava-lhes coragem. O medo do desconhecido bloqueava-os. Era melhor ter muito pouco que correr o risco de não ter nada. (…) Para eles viver era um fenómeno comum e não uma aventura indecifrável.” p. 26
(…) “Todos deveríamos em algum momento da existência questionar as nossas vidas e analisar aquilo por que lutamos.” p. 29
(…) “Basta estar vivo para correr riscos. (…) não devemos correr riscos irresponsáveis, mas também não devemos temer andar por terrenos desconhecidos, respirar ares nunca antes aspirados. (…) Viver é uma grande aventura. Quem ficar preseo num casulo com medo dos acidentes da vida, além de não os eliminar, será sempre frustrado.” p. 31
(…) “a palavra «arrepender» (…) no grego significa uma mudança derota, uma revisão de vida.” p. 35
(…) “Ser feliz, do ponto de vista da psicologia, não é ter uma vida perfeita, mas saber extrair sabedoria dos erros, alegria das dores, força das decepções, coragem dos fracassos.” p. 40
(…) “Se você tiver uma janela paralela que contenha segurança, ousadia, determinação e que se abra em simultâneo com as janelas do medo, pânico e ansiedade, você terá recursos para superar a crise. (…) expliquei-lhe o mecanismo dos ataques de pânico. Comentei sobre a abertura das janelas da memória em fracções de segundo, o volume de tensão decorrente dessa abertura e o encarceramento do «eu». Disse-lhe que o «eu» deveria sair da plateia, entrar no palco da mente no momento do ataque de pânico (foco de tensão), desafiar a sua crise, gerir os pensamentos, criticar a postura submissa da emoção e tornar-se o director do roteiro da sua vida.” p. 41 e p. 42
(…) “A Última Ceia foi o maior laboratório de tratamento psíquico e enriquecimento da arte de pensar de que se tem notícia.” p. 45
(…) “Qualquer líder espiritual, político ou social que deseje que as pessoas gravitem em torno de si não é digno de ser um líder. Os que usam o poder eo dinheiro para controlar os outros não estão preparados para os possuírem. Somente os que servem são dignos de estar ao comando.” p. 45
(…) “Em vez de ser dominado pela decepção e pelo ódio, Jesus geriu os seus pensamentos, relaxou a sua emoção e olhou com gentileza para o homem que o traía. (…) Jesus não tinha medo de ser traído por Judas; tinha medo de perder Judas, de perder um amigo. (…) O Mestre dos Mestres não desistiu dele, queria reconquistá-lo, levá-lo a usar o seu dramático erro para crescer. Queria que Judas não fosse controlado pela culpa e pela autopunição nem desistisse da sua vida.” p. 46
(…) “Jesus Cristo investiu a sua inteligência em pessoas complicadíssimas, para mostrar que todo o ser humano tem esperança. As pessoas mais difíceis com quem vocês convive têm esperança. (…) as pessoas que mais dores de cabeça nos dão hoje poderão ser as que mais alegrias nos darão no futuro. (…) Invista nelas! Não seja um manual de regras e críticas! Surpreenda-as! Cative-as! Ensine-as a pensar! Compreenda-as! Plante sementes!” p. 48