Tuesday, November 11, 2008

Menino ou menina?

 
” Já repararam na quantidade de grávidas que se vêem nos centros comerciais ao sábado de manhã? Aliás, já repararam na quantidade de grávidas que andam por aí?
Provavelmente as vossas irmãs mais velhas estão grávidas ou vocês até vão ter um irmãozinho ou irmãzinha. E quando uma mulher está grávida uma das perguntas mais frequentes é: “Vai ser menino ou menina?”.
E para responder a essa pergunta ­- ou seja, determinar o sexo do bebé - há uma série de métodos tradicionais muito curiosos. E aqui estão algumas dessas pérolas da sabedoria popular:
Frequência cardíaca
Se o ritmo cardíaco do bebé - enquanto está na barriga da mãe - for superior a 140 batimentos por minuto (bpm) será uma menina. Se for inferior a este valor, então, será um menino.
Bem… eu acho que, logo à partida, este método é um pouco machista. Sim, machista! Estou mesmo a ver o senhor (de certeza que foi um homem) que o inventou a dizer:
- Ora bem… as mulheres são sempre mais nervosinhas, mais aflitas… logo estão sempre com o coração aos pulos. Portanto, se a frequência cardíaca de um bebé na barriga da mãe for maior que 200 bpm só pode ser mulher! 200? Acho que exagerei… vou baixar isto para os 140… É, parece-me bem. Se for inferior a 140 é homem, claro!

Calendário lunar chinês
Há centenas de anos foi colocada, junto a um túmulo real nos arredores de Pequim, uma tabela para determinação do sexo do bebé. Tudo o que é preciso saber para utilizar esta tabela é a idade da mãe e o mês em que a criança foi concebida.
Ora, todos sabemos que, há centenas de anos, não havia televisão, nem cinema, nem outros divertimentos, o que já nos dá uma ideia jeitosa de como esta tabela poderá ter sido criada.
E deve ter sido qualquer coisa do género…
Numa noite quente de Verão, Li Ping, Tao Mei e Shiu Shan (três agricultores abastados) juntaram-se no jardim da aldeia a beber um licor de flores.
Doze copos de licor mais tarde disse Li - E se criássemos uma tabela para adivinhar o sexo dos bebés? - apelo ao qual Tao e Shiu responderam pronta e entusiasticamente.
 Li - Ó Tao, escreve aí! Se a mulher tiver 27 anos e a criança for concebida em Janeiro vai ser… menino.
 Tao - Agora eu…errr…
 Shiu - Não, agora eu! Se a mulher tiver 35 anos e a criança for concebida em Agosto será menina.
 Tao - Eu, eu…
 Li - Boa! E se for concebida em Setembro, será rapaz! Vai apontando tudo Tao!
 Tao - AGORA SOU EU! Se a mulher tiver 87 anos e a criança for concebida em Maio será… hmmm, uma menina barbuda (…)

Forma da barriga
Se a barriga da gestante for arrebitada e redonda será uma menina. Se for bicuda e um pouco descaída será um menino.
E aqueles senhores que bebem muita cerveja e têm a barriga dilatada, descaída e, simultaneamente, bicuda e redonda? Estarão grávidos de QUÊ? E aqueles que arrastam as barrigas peludas, em forma de ampulheta, pelos balcões das tascas? Estarão grávidos de uma grade de cerveja ou de um tonel de vinho?

Conclusão: Para quê as ecografias? Para quê os exames médicos rigorosos?
Para quê a ciência quando podemos contar com a ajuda destes métodos altamente infalíveis e ultrafiáveis?

Saudações placentárias
 Angie TJ

In_edusurfa

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Tuesday, November 4, 2008

Desconfio que tenho uma vizinha que é bruxa!

 
” Não, não é daquelas bruxas com bola de cristal e parece-me que não tem quaisquer capacidades de prever o futuro. É, portanto, o aspecto físico da senhora que me provoca algumas desconfianças!!!
Já sei, já sei… não devemos julgar as pessoas pela aparência mas, francamente, se vocês tivessem, a morar na porta ao lado, uma mulher de pele cinzenta… pensariam duas vezes. Para além deste tom de pele invulgar, a senhora tem um nariz enorme e adunco, cinco verrugas peludas na cara, veste saias pretas até aos pés e tem uns longos cabelos grisalhos, sempre despenteados…

Hum, estar a falar nisto traz-me à ideia o Dia das Bruxas, o Halloween (Álóuin ou Élouin, como muita gente diz). Eu sei que esta festa se comemora mais nos EUA e Reino Unido, mas dada a globalização da cultura dos diversos povos, já começa a ganhar alguma importância aqui no nosso Portugal. Que, como sabem, está cheio de bruxas e de bruxos que fazem coisas desde encarnar a princesa Diana e hipnotizar plateias até fazer qualquer um ficar firme e hirto (ou pelo menos tentam!).

Já agora… nunca pensaram de onde vem o Halloween ? O que é esta comemoração? Para já posso dizer-vos que a palavra Halloween teve a sua origem na tradição católica. É verdade!
Este vocábulo deriva da expressão “ All Hallows Eve ” que significa Dia de Todos os Santos e que corresponde ao dia 1 de Novembro. Este dia, como sabem, é feriado aqui em Portugal e nele faz-se uma homenagem a todos os santos mortos.
Já a história da tradição propriamente dita parece ter origem noutro tipo de celebrações que não as católicas. No século V a. C., na Irlanda então habitada pelos Celtas, o Verão terminava oficialmente a 31 de Outubro, dia em que se comemorava também o início do novo ano celta.
Reza a História que, nesse dia denominado Samhain (sow-en), os espíritos de todos os que tinham morrido no ano terminado voltavam em busca de corpos vivos para os possuir e neles viver no ano que então começava.
Os Celtas acreditavam que neste dia todas as leis do espaço e do tempo ficavam em suspenso e que era possível haver uma interligação entre o mundo dos mortos e dos vivos. Como vocês poderão calcular, os vivos não queriam de maneira alguma ser possuídos pelos espíritos. Como tal, na noite de 31 de Outubro, as pessoas apagavam as lareiras de suas casas para as tornarem frias e desconfortáveis, vestiam-se e pintavam-se de forma a ficarem com um aspecto horrendo e saíam para as ruas fazendo barulho e comportando-se de forma pouco usual, de modo a afastar os espíritos. E assim terá nascido a tradição do Halloween que foi levada para os EUA cerca do ano de 1840, por imigrantes irlandeses.

Podíamos ficar aqui a falar do Halloween durante horas, podiam até fazer-se tratados, teses de doutoramento em Ciências do Oculto ou trabalhos de investigação altamente científica em História de Mitos e Lendas, mas deixo ao vosso critério procurar mais coisas curiosas sobre este tema.

Agora vou tentar descobrir se a minha vizinha é mesmo bruxa e… olhem, entretanto…

Saudações mortas-vivas da vossa

 Angie TJ

In_Edusurfa

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O Mundo e as suas estranhas curiosidades


” Realmente vivemos num planeta povoado de pessoas que são, no mínimo, excêntricas.
Pessoas (ou será o Mundo?) que inventam nomes de locais, comidas, objectos e leis que nos podem fazer rir a bandeiras despregadas. Aqui ficam alguns desses devaneios do ser humano…

Ora saibam vocês que o actual Lesoto já se chamou Basutolândia e que a cidade de Florianópolis, no Brasil, já teve o nome de Nossa Senhora do Desterro. Imagino como deveriam sentir-se os habitantes desta última cada vez que tinham de dizer de onde vinham… Como será que o fariam? “Sou um nossa-senhora-desterrado ou nossa-senhora-desterrense…”

Já em Itália, os homens podem ser detidos pelo simples facto de usarem saias. Os polícias italianos teriam o dia ganho se encontrassem uma excursão de escoceses, em traje tradicional, de visita ao Coliseu de Roma.

Em Haifa, Israel, é proibido levar ursos à praia… imagino que muitas senhoras não possam fazer praia com os maridos.

Na Suíça não é permitido descarregar o autoclismo depois das 22 horas, portanto, meus senhores, se forem a este país nada de ter súbitas vontades de ir à casinha durante a noite pois correm o risco de desmaiarem com o cheiro na manhã seguinte.

Fiquem a saber que o aplauso - “bater palminhas” - é um hábito que tem cerca de 3000 anos e que no princípio era um gesto religioso cujo barulho servia para chamar a atenção dos deuses.

A almofada, fofa e confortável como a conhecemos hoje, começou por ser um tijolo que as mulheres orientais colocavam por debaixo da cabeça antes de dormir. O único objectivo era a conservação do penteado… imaginem só como devia ficar o pescoço das senhoras depois de uma noite. Beleza a quanto obrigas!

Decerto muitos de vocês já provaram uma quentinha e suculenta piza Margherita mas poucos devem saber que esta foi a primeira piza redonda e que foi criada por Rafaelle Esposito, para ser servida à rainha Margherita, de Itália. A piza foi decorada com as três cores da bandeira italiana: branco (queijo), verde (manjericão) e vermelho (tomate).

E já que estamos numa de comida…
Saibam vocês que um dos pratos típicos escoceses é estômago de carneiro cozido em whisky , recheado com miúdos e especiarias e no Usbequistão as tribos das montanhas fazem um “delicioso” prato cujos ingredientes principais são o cérebro e os olhos de cabrito…
Ora aqui estão dois países onde só irei de férias em último caso.

E podíamos ficar aqui a descrever estas curiosidades dos seres humanos e do Mundo em intermináveis páginas… mas… não temos tempo.

Entretanto, fica aqui uma sugestão para o dia-a-dia, como disse Paul Auster certa vez: Our lives don’t really belong to us, you see — they belong to the world, and in spite of our efforts to make sense of it, the world is a place beyond our understanding .

 Angie TJ

In_Edusurfa

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Compras na Internet


” Muitos de vocês já devem ter feito compras na Internet… um bilhete para um concerto, um livro, uma viagem, roupa…

É uma forma de comprar cada vez mais segura, confortável e muito prática mas, como tudo, tem os seus inconvenientes. Quando a ligação à Internet cai ou está muito lenta é certo e sabido que ou perdemos as nossas compras ou desistimos, simplesmente, de as fazer.

Agora, tentem fazer um paralelo destes acontecimentos com o que vos poderia acontecer na vida real.
Difícil? Eu ajudo…

 Situação: Estão a fazer compras num supermercado online .
Escrevem o endereço, entram no site , introduzem o login e password , entram na vossa área e começam, alegremente, a escolher os produtos que querem comprar. Ora… 2 kg de bananas (madurinhas), um pacote de 32 unidades de papel higiénico, 5 litros de água, 2 kg de açúcar, 1 pacote de tortellini … e por aí fora. Agora imaginem que já têm os produtos todos escolhidos e se preparam para pagar.

É aí que a vossa ligação à Internet fica lentíssima, o site bloqueia e… não conseguem sair dali. Vêem-se obrigados a reiniciar o computador e (como não tinham guardado a lista de compras)… PERDEM TUDO!

Agora, imaginem que estavam, de facto, num supermercado… uma situação destas seria o mesmo que vocês estarem a dirigir-se para a caixa com um carrinho cheio de compras (cuidadosamente seleccionadas) e… primeiro, uma roda dianteira do carro bloqueava, depois bloqueava uma das rodas traseiras… e vocês a suarem e a tentarem empurrar um carro pesado e perro até à caixa…

Depois a armação de ferro do carrinho começava a ceder e as compras a caírem e a desfazerem-se no chão… sacos de arroz e de farinha a rebentarem, garrafas de azeite partidas… bananas, alfaces e tomates espalhados por todo o lado. Vocês a tentarem segurar as compras, a correr atrás das coisas que se espalhavam e o carrinho a desfazer-se aos poucos…

E tudo isto terminava com… o caos total, o carrinho destruído, as compras perdidas e convosco, de novo, à porta do supermercado, de mãos vazias.

 Situação: Estão a comprar um bilhete, para um espectáculo, online .
Os Coldplay vêm de novo a Portugal e, como não conseguiram ir ao concerto na primeira vez, fazem todos os esforços para, desta feita, arranjar um bilhete. Vão ao site que tem os bilhetes disponíveis, fazem login , escolhem o cobiçado bilhete (demora algum tempo pois deve estar muita gente a tentar aceder ao mesmo tempo) e… quando se preparam para pagar… pufff… surge a mensagem “The page cannot be displayed… The page you are trying to view is unavailable due to technical problems.” 

De novo fazendo o paralelo com a vida real…
Isto seria o mesmo que estarem numa enorme fila, à chuva, para comprarem o bilhete e… quando tivesse chegado a vossa vez, uma antipática senhora vos fechasse a bilheteira na cara, sem explicar porquê. Vocês ali a um gesto de comprarem o desejado bilhete e com nada mais à frente a não ser uma bilheteira a dizer “Fechado”… vocês a perguntarem porquê e a resposta a vir sob a forma de um frio letreiro a dizer “Fechado”… E depois de terem virado as costas e de terem desistido, a bilheteira reabria inexplicavelmente e vocês perdiam qualquer hipótese de comprar o bilhete.

Felizmente estas situações vão sendo cada vez mais raras mas não deixa de ser divertido fazer um paralelo entre o virtual e o real!

Divirtam-se e façam muitas compras na Internet!

 Angie TJ”

In_edusurfa

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Saturday, October 11, 2008

PEQUENAS coisas que tornam evidente a diferença entre o homem e a “senhora” (LOL).


Um almoço de amigos…
 H> Quando chega a conta o Paulo, o Rui, o Jorge e o Adão atiram para a mesa uma nota de € 20… mesmo que a conta seja apenas de € 6,2. Nenhum deles terá notas mais pequenas e nenhum vai admitir que quer troco.
 M> Quando as mulheres recebem a conta, aparecem as calculadoras, as esferográficas e os pequenos bloquinhos escamoteáveis… e o mais certo é a Sónia ficar a dever 3 cêntimos à Clara!

No que a filmes diz respeito…
 M> Para uma mulher, um booooom filme é aquele em que as pessoas vão morrendo bem devagar…. e se for por amor tanto melhor.
 H> Um homem considera um filme bom quando não tem tempo para contar os actores que caem redondos cravejados de balas (filmes em que “a” protagonista seja alta, loira e acorde com camisas de homem).

A casa de banho…
 H> Um homem tem seis objectos na casa de banho: escova de dentes, pente, espuma de barbear, lâmina, gel de banho e uma toalha de hotel.
 M> A mulher tem em média 342 objectos polvilhados pela área útil do WC. Nenhum homem consegue identificar nem explicar para que servem mais do que 10 destes objectos… na verdade, nem mesmo as mulheres o conseguem fazer!

Discussões…
 M> A mulher tem OBRIGATORIAMENTE de ter a última palavra em qualquer discussão.
 H> Qualquer coisa que um homem diga depois disso é o começo de outra…

Os gatos…
 M> É uma verdade universal… as mulheres adoram gatos.
 H> Os homens dizem que os adoram, mas quando as mulheres não estão a ver… chamam-lhes nomes e em alguns casos acariciam-nos com a biqueira do sapato.

As terríveis mudanças…
 M> A mulher casa-se com um homem na esperança que ele mude, mas ele não muda.
 H> O homem casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, MAS ELA MUDA… às vezes para o dobro!

Vaidade…
 M> A mulher produz-se toda para ir ao Jumbo, para receber um e-mail , para atender o telemóvel, para ler um livro…
 H> O homem veste-se a rigor para ir a casamentos e funerais… mas ainda assim usa sempre a mesma roupa (“um conjunto discreto em tons escuros que dá para tudo”…. diria uma mulher!).

O acto de partilhar…
 M> A mulher partilhará os seus pensamentos e sentimentos mais profundos com um completo estranho.
 H> O homem apenas partilha os seus pensamentos e sentimentos mais profundos quando interrogado por um bom advogado sob juramento e, mesmo assim, apenas se isso ajudar a diminuir a sentença.

As crianças…
 M> A mulher sabe tudo sobre as suas crianças (e as dos outros). Ela sabe as datas das consultas médicas, romances, amigos, comidas favoritas, medos secretos, esperanças e sonhos.
 H> O homem já reparou na presença de umas pessoas em miniatura que andam lá em casa.

 Dr. Matrix

in_simbiotica

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Para onde vão os ditados?…


” Estamos em Outubro e está um calor fantástico. Somos brindados com magníficos dias de Sol e quase podemos fazer praia!
Em compensação quase não houve Verão! Choveu em Junho, choveu em Julho e em Agosto… e já todos estamos familiarizados com o calor que nos faz andar de sandálias ou de t-shirt no início de Março (muitas vezes ainda antes do início da Primavera).
Será que o nosso país está a descer pelo Atlântico, deslocando-se para uma zona de clima tropical com monções, seguidas de períodos inusitados de calor e onde não há estações do ano?
Nós aqui não somos meteorologistas portanto não vos podemos ajudar a esclarecer esta questão…
Assim, decidimos explorar o outro lado do problema! Sim, porque os problemas têm muitos lados e cada um percebe do seu! E como nós percebemos de cultura popular concluímos que os ditados relativos aos meses do ano, que há muito ouvimos da boca dos nossos avós, estão a perder sentido…

Senão, reparem:

Em Março, cada dia chove um pedaço. (Só se for na China porque este ano eu fui para a praia em Março…)

Em Abril, o cuco há-de vir. (Têm ouvido cucos por aí? Eu só ouço o do relógio de cuco suíço que a minha tia Escolástica tem em casa. Se calhar a culpa é toda dos cucos!…)

Chovam trinta Maios mas não chova em Junho. (Ora bem… ainda este Junho comprei um guarda-chuva bem bonito - cor-de-rosa…)

Outubro quente traz o diabo no ventre. (Bem, afinal parece que a sabedoria popular ainda tem a sua razão… acautelem-se pois da forma que vai este Outubro devem andar por aí muitos diabos à solta!)

Sol de Inverno e chuva de Verão não me enganarão. (Ai não que não enganam… às vezes, em Fevereiro, saio de casa de camisola grossa de lã e apanho um calor enorme, outras vezes, em Agosto, saio de casa de chinelo de dedo e fico com os pés molhados. Acham que isto não é enganar?…)

Vento suão molha no Inverno e seca no Verão. (Pois assim é que devia ser! Mas onde está o vento suão???)

Agora podíamos ficar aqui a falar de provérbios durante muito tempo mas vou deixar o tema em aberto para que vocês encontrem os vossos próprios adágios e possam reflectir sobre o assunto.

E vou-me com este: Quando os porcos bailam adivinham chuva.
Portanto, quando virem um porco numa discoteca fujam para casa e agarrem-se ao guarda-chuva!
Saudações da vossa
 Angie TJ

in_simbiotica   

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Preparemo-nos para a chegada do Outono!


Depois do calor, da luz e da exuberância do Verão, o Outono vai tomando conta de tudo, pé ante pé, sem dar muito nas vistas, como é seu costume.

No Outono, a Natureza entra num ciclo de recuperação dos excessos da estação anterior. É tempo de poupar energias, de reflectir calmamente sobre tudo que já passou este ano. É tempo de nos prepararmos para a chegada do Inverno.

Todas as transformações do ciclo energético da Natureza manifestadas pela variação das estações influenciam as nossas vidas, o nosso humor.

De 21 a 23 Setembro dá-se o equinócio de Outono. Neste período o dia e a noite estão em equilíbrio e a partir desta data o Sol vai-se aproximando do seu ponto mais baixo, tornando a noite mais comprida.

Ao longo dos séculos as diferentes civilizações celebraram o início deste novo ciclo de variadas formas. Essas celebrações eram o meio através do qual os povos saudavam e comungavam com os seus deuses e deusas, ao mesmo tempo que se alinhavam ou sintonizavam com o fluxo energético das estações que fazem parte do ciclo da Natureza.

Na tradição ibérica, mais ao menos por esta altura eram realizadas as celebrações em honra do deus Lugus (“O Bem Dotado”, rege a magia, viagens, artes marciais, reencarnação, guerra, relâmpago, água, artes e ofícios, vingança, curas, iniciação e profecia; os seus símbolos eram o corvo e o veado branco) em agradecimento por ele ter proporcionado uma colheita fértil que providenciaria alimento durante o Inverno.

Hoje em dia, cada vez temos menos consciência da importância de vivermos em comunhão com a Natureza. Mas nunca é tarde para aprender! A comemoração de uma nova estação, aliada à interiorização de todas as mudanças inerentes, ajuda a criar as condições ideais ao real aprendizado e crescimento espiritual. Harmonizando-nos com as forças naturais de cada estação, equilibramos a nossa existência psíquica e física, transmitindo assim paz às nossas vidas.

Sendo assim, caríssimos amigos, à medida que os dias voltam a ser mais curtos e frescos, que o vento começa a soprar e as pessoas voltam a usar roupas mais aconchegantes… à medida que as folhas das árvores mudam de cor para o vermelho, dourado e castanho, que as uvas ficam boas para ser colhidas, que os frutos secos como as nozes, as avelãs e as castanhas amadurecem nos bosques… à medida que alguns animais partem para terras mais quentes, enquanto outros começam a guardar, nas suas tocas, alimentos para o Inverno… gozem demoradamente cada pedacinho deste Outono. Encham os pulmões com o cheiro das castanhas assadas, pisem as folhas que vão caindo ao chão, encantem-se com o pôr-do-sol que nesta época é mais bonito que nunca e… divirtam-se muito!

 Angie TJ

in_simbiotica

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Alguém sabe?


” Decerto já vos passaram pela cabeça as mais estranhas perguntas do mundo que nunca tiveram coragem de exprimir em voz alta.
Pois agora, esqueçam a vergonha e fiquem a saber as respostas a algumas das mais intrigantes, incómodas e perturbadoras perguntas da Humanidade…
Por exemplo:

 Para que serve a gordura corporal? 
Não, não é só para ocupar espaço no espelho, para tentar abater no ginásio ou para fazer as meninas chorarem de raiva e frustração, cada vez que chega o Verão. Fiquem a saber que uma pessoa dita normal possui, em média, gordura corporal suficiente para fazer cerca de 24 sabonetes.

 Como se chamarão os pelos das axilas ou aqueles que temos dentro do nariz (e que em alguns senhores de idade formam uma bonita franja que sai pelas narinas)? 
Os pelinhos das axilas (que nos homens são sinal de virilidade e para as mulheres um pesadelo) denominam-se hircos e os do nariz são as vibrissas.

 Qual é o nome mais comum no Mundo? 
Não, não é Maria, nem José… é Mohammed. Será que isto significa que vamos ter de mudar todas as nossas expressões idiomáticas e passar a falar em: Mohammed-ninguém, Mohammed-povinho ou Bolacha Mohammed?

 Será que Pedro, o Grande, (imperador da Rússia) era mesmo grande? 
Sim, Pedro, o Grande, que foi imperador da Rússia entre 1682 e 1725, tinha, de facto, uma altura acima da média. Media 2,13 metros.

 De que país é originário o chop-suey? 
Não, não é da China! Este prato foi criado por emigrantes Chineses na Califórnia, o que lhe confere nacionalidade norte-americana.
E os restantes pratos que comemos nos restaurantes chineses? Serão mesmo originários da China? Andaremos a ser enganados?

 Será que há algum alimento que os astronautas não possam comer antes das viagens espaciais? 
Há! Os astronautas não podem ingerir feijões, pois os gases provocados por esta leguminosa podem danificar os fatos espaciais.

Estas são apenas algumas das perguntas que achámos que muitas pessoas gostariam de ver respondidas mas, com certeza, cada um de vocês deve querer saber respostas a mais perguntas intrigantes.
Será?

 Angie TJ

in_simbiotica

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Wednesday, September 17, 2008

Trolhas do século XXI

 ”Quero começar por dizer que tenho uma imensa admiração, respeito e medo dos trolhas. Trabalho diariamente com programadores e, sinceramente, são pessoas pelas quais sinto também um enorme apreço e reverência. Lidar com pedra, cimento e estuque é de macho. Mexer em teclados e ratos de poliuretano é menos impactante. Quanto a medo… tenho mais dos trolhas. Não se enganem! Há programadores fortíssimos, mas faltam-lhes ferramentas contundentes com a rebarbadora, a talocha e o cinzel. Não é muito assustador ouvir de um rapaz de camisa ao xadrez e óculos “limpo-te o sebo com um hub e um drive externo!”. A mim não intimida e acho que eles o sabem. Por isso, usam outros métodos mas eficazes: “conheço alguém a quem hackaram o PC, cada vez que faz um restart saem-lhe 550 Euros da conta.”… fico em estado de choque.

Uma reflexão mais atenta leva-nos a concluir que não existem grandes diferenças de conceito entre a função de um programador e a de um trolha. A ambos é entregue um plano de algo para construir que, tanto pelo prazo como pela complexidade, são impossíveis de fazer. Uns empilham tijolos e alisam paredes, outros criam stored procedures e alinham tabelas. O trabalho é o mesmo, as ferramentas é que são diferentes. Os trolhas, honra lhes seja feita, desenvolveram a capacidade de poder fazer “galanteios” da pior espécie sem que as pessoas levem a mal. Para dizer a verdade, invejo-lhes esta característica. Gostava de poder dizer a uma jovem “Ó jóia! Anda aqui ao ourives…” e ouvir as amigas comentar: “Não ligues, é um coordenador de projecto!”.

Espero que nenhuma das duas classes me leve a mal, não gostaria de ter que ser alimentado por uma palhinha apenas porque escrevi um texto idiota. Em boa verdade, gostaria de ter sido programador mas estou mais perto de ser trolha… entre les deux mon coeur balance .

 Dr. Configuration Matrix”

in_edusurfa

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Pronúncia do norte

“Hoje, enquanto almoçava com uns amigos, cheguei à conclusão de que o sotaque portuense é muito mais enfático que o lisboeta. Este salero linguístico, de que muita gente se envergonha, deve ser encarado como um recurso estilístico. Não é raro verem-se na televisão reportagens onde os entrevistados - sabendo que vão trocar os “vês” pelos “bês”, tentam corrigir essa característica dando origem a novas palavras e, obviamente, expondo-se ao ridículo:

Repórter: o senhor é daqui?
Cidadão: naum … eu sou de Vraga! bim aqui para os festeijos dos vomveiros!

Que mal tinha em utilizar o tradicional “naum amigo… eu sou de Braaaga carago! Bim aqui prós festeijos dos bombeiiiros!”? Nenhum.

Esta característica deve ser aproveitada para fazer descrições mais elucidativas. Imagine-se que quer dizer, por exemplo, que um determinado carro é já muito antigo. Em Lisboa dir-se-ia: “o meu carro é velho, velho, velho!”. Dito desta forma, interpreta-se que o carro terá, no mínimo, 30 anos! Agora, se se disser: “o meu carro é beeilhu, beeeilhu, beeeeilhu!”… é fácil imaginar um carro movido a tracção animal de 1752!

É importante não sentirmos vergonha da nossa língua. Sem ela não será fácil comer gelados, colar selos e fazer bolas com pastilha elástica.

 Dr. Configuration Matrix”

in_edusurfa

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